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Blocos econômicos Mercosul: saiba mais

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Blocos econômicos Mercosul: saiba mais

O Mercado Comum do Sul (em espanhol Mercado Común del Sur), o Mercosul, é um bloco econômico de livre comércio e aparelhamento político dos seus países-membros. Teve início nos anseios de Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai de estabelecer políticas sociais, partidárias e econômicas comuns entre os quatro países. Em 1991, com a assinatura dos presidentes de cada país, surgiu o Mercosul.

Em 1996, mais dois países entraram ao Mercosul, só que apenas como países-associados: Chile (em junho) e Bolívia (em dezembro). Já no século XXI, outros três países sul-americanos entraram como associados: Peru, em 2003, e Colômbia e Equador em 2004. A Venezuela, único estado independente da América do Sul que ainda não tinha vínculo oficial com o Mercosul, devido à resistência do Paraguai, conseguiu, após a retirada do presidente paraguaio em 2012, Fernando Lugo, tornar-se o último associado do Mercosul. Com a deposição do mandatário do Paraguai, o país ficou proibido de tomar decisões conjuntas junto aos membros (e fundadores do bloco econômico) no período entre junho de 2012 a abril de 2013. Com a saída temporária do Paraguai, a Venezuela entra como país-membro em seu lugar.

Há também o posto de país-observador, a qual é designada a função de fiscalização e de mediador entre os próprios membros do Mercosul e de outros blocos econômicos, cedido ao México, devido a sua língua, proximidade e subsídios da sua economia estarem muito próximos aos dos países da América do Sul.

O Mercosul trabalha com alguns pontos primordiais para o comércio entre seus membros e associados. São eles:

Instruções
  1. 1

    Exclusão de taxas alfandegárias próprias de determinado Estado, mercadorias restritas à circulação com tarifas e taxas comuns entre os países, além de uma política econômica coletiva a negócios com países de fora do Mercosul, sejam eles ligados ou não a outros blocos econômicos.

  2. 2

    Exclusão de rótulos de importação entre países do Mercosul, ou seja, qualquer produto vindo de outro país deste bloco econômico sul-americano terá o tratamento dos produtos de origem do país importador; logo, a exportação fica por conta de grandes acordos comerciais, como o petróleo. Junto a esse processo, políticas que visem o aparelhamento capital, agrícola, industrial, entre outros ramos, para dar maior autonomia aos países e integrá-los de forma sistemática.

  3. 3

    Importações e acordos econômicos com países não-membros do Mercosul deverão passar pela legislação nacional de cada país. Esse interesse deve atender (não necessariamente por um acordo) práticas que se aproximem aos demais países do Mercosul, para que não haja concorrência entre os próprios países-membros, além de não se submeterem a práticas escusas de outros países.

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