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Com quantos meses o bebê senta

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Com quantos meses o bebê senta

Acompanhar o desenvolvimento natural do bebê é uma das formas dos pais avaliarem, juntamente com o pediatra, como o bebê está crescendo e desenvolvendo as suas habilidades. É de suma importância saber quando o bebê começa a desenvolver habilidades motoras e quando já tem a capacidade de sentar e andar. Saiba como avaliar estas capacidades do seu bebê.

Dificuldade
Fácil
Instruções
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    Uma das formas mais utilizadas para a avaliação do desenvolvimento infantil é a escala de Denver. Conforme os critérios estabelecidos nesta escala, o bebê já possui a capacidade de sentar-se aos 5 meses de vida. Ocorre, entretanto, que o que se observa na prática é que o bebê, com 5 ou 6 meses de vida não consegue assentar-se sozinho, todavia consegue permanecer na posição sentada se assim for colocado por um adulto. Mesmo assim, até mais ou menos 6 meses, o bebê, quando assentado, pode ficar com o tronco caindo para a frente ou para os lados, haja vista ainda não ter desenvolvido de maneira plena a capacidade de manter-se na posição assentada. Sendo assim, o que se verifica é que os bebês de 5 e 6 meses permanecem bem na posição assentada desde que estejam no colo dos pais ou de um adulto, ou mesmo em uma cadeirinha própria, o que irá firmar as costas e evitar o movimento pendular.

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    É somente com a idade de 9 meses de vida que o bebê apresenta a capacidade plena de manter-se sentado sozinho, balançar para a frente ou para os lados. Nesta fase, o bebê já consegue permanecer na posição assentada sem o auxílio de um adulto e nesta posição permanece, com o tronco ereto e firme.

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    Apresentando a idade de 12 meses de vida (1 ano completo), o bebê já é capaz de sair da posição de decúbito ventral sem qualquer tipo de auxílio de um adulto e passar para a posição assentada, aí permanecendo sem qualquer tipo de adversidade.

    É claro que existem variações no desenvolvimento: há crianças mais precoces do que as outras, principalmente quando são constantemente estimuladas pelos adultos próximos (pais e familiares). Sendo assim, é de extrema importância saber avaliar o progresso e desenvolvimento da criança não só de acordo com os critérios estabelecidos nas tabelas e escalas científicas, mas também analisar o quão estimulada e incentivada é a criança para que possa desenvolver de forma plena as suas habilidades psicomotoras. A ausência de reflexos ou um atraso psicomotor relevante devem ser investigados com auxílio médico.

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