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Como fazer pintura cubista

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Como fazer pintura cubista

Foi no século XX que surgiu o cubismo, um movimento artístico que ficaria amplamente conhecido em todo o mundo. O grande expoente do cubismo foi o artista plástico Pablo Picasso que ficaria conhecido por suas importantes obras, por sua contribuição com o cubismo e também pela importância de seus quadros.

Dificuldade
Fácil
Instruções

Coisas que você precisa

  • Muita criatividade
  1. 1

    Entre as influências inicias do cubismo estão as máscaras africanas, que podem ser notadas de forma mais clara nas pinturas do começo do cubismo sendo que aos poucos esta influência vai ficando menos óbvia, ainda que permaneça, de certa forma, presente.
    A principal característica do cubismo é retratar as formas da natureza a partir do uso de formas geométricas. Assim o cubismo colocava em cheque o conceito de formas orgânica versus formas inorgânicas, muito frequente na pintura. Se antes dos cubistas pintar a natureza passava certamente por pintar com traços orgânicos e sinuosos com os cubistas estes traços orgânicos e sinuosos da natureza passavam a ser representados em forma de elementos inorgânicos como as formas geométricas mais duras.
    Este é um movimento importante porque trouxe uma quebra de paradigma, desobrigando ao artista uma busca eterna pela mímese, que é o retratar a realidade da forma como ela é. A partir dos cubistas era possível retratar a realidade conforme o que você sente.
    Para você que pretende realizar uma pintura de influência cubista é importante, no primeiro passo, desapegar-se deste compromisso mimético. Outra questão que deve ser deixada de lado é a distribuição dos elementos no espaço, que passam a configurar somente um plano, inclusive decompondo os objetos a serem pintados de forma que todas as suas faces ocupem o mesmo plano, como um dado desmontado, mas sem a obrigação de que haja uma possibilidade real de que ele seja remontado.
    A preferência sempre está na opção pelas linhas retas, com linhas mais marcadas que representa a divisão deste objeto nos diferentes planos que passam a configurar somente um plano. Quanto mais sinuosa for a forma original do objeto utilizado como referência mais interessante será o resultado final e mais cheio de possibilidades será o quadro.
    Buscar a sugestão do que é aquilo que se está buscando representar mais do que uma representação propriamente dita é o melhor caminho que se deve percorrer, vendo o objeto de todos os planos e decompondo de forma que cada uma destas observações esteja ligada entre si criando um efeito da realidade desmontada.

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