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Febre amarela: saiba mais

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Febre amarela: saiba mais

A febre amarela é uma patologia altamente letal endêmica do continente Africano, Américas do Sul e Central sendo responsável por vários casos de óbitos nestas regiões. No Brasil esta doença é endêmica de algumas regiões dos Estados do Acre, Maranhão, Amazonas, Minas Gerias, Tocantins, entre outros.

Instruções
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    O agente etiológico causador da Febre Amarela é um vírus que pertence família Flaviviridae. Em centros urbanos seus agentes transmissores são o mosquitos Aedes aegypti e o Aedes albopictus, já em regiões silvestres insetos que pertencem ao gênero Haemagogus são os principais vetores deste vírus.

    A transmissão da doença acontece quando o inseto infectado com o vírus pica uma pessoa. Nove a doze dias após a infestação as células de defesa da pessoa contaminada são invadidas e através de sucessivas sínteses proteicas ocorre a multiplicação do vírus.

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    A sintomatologia da febre amarela evolui conforme a gravidade da doença tendo início com febre, cefaleia, dores musculares, vômitos, entre outros. Progressivamente os sintomas vão se acentuando momento em que aparecem alterações corporais como queda de pressão arterial, icterícia, sangramentos pelo nariz, boca e pele, além do aparecimento de sangue nas fezes e em vômitos.

    No Brasil conforme estimativas dos órgãos de fiscalização sanitária estes sintomas são responsáveis pela morte de cerca de 40 a 60% das pessoas infectadas.

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    O tratamento de pessoas com febre amarela é realizado em ambiente hospitalar para que o quadro clínico e a evolução da doença sejam acompanhados. Não há fármacos específicos para o tratamento desta patologia a recomendação médica consiste em hidratação do paciente e administração de antitérmicos que não possuam em sua composição acetilsalicílico.

    Alguns quadros clínicos de alta gravidade exigem transfusões de sangue e diálise. A imunização contra esta doença é feita com vacina específica em crianças de seis a nove meses e deve ser aplicada novamente a cada dez anos. Pessoas não imunizadas que têm como destino regiões florestais, cerrados ou localidades com altos índices de infestação desta doença devem ser vacinadas dez dias antes de embarcarem.

    Medidas profiláticas como combate ao mosquito transmissor e promoção de melhorias das condições sanitárias da população têm sido bastante eficazes no controle da doença. Mais informações a respeito desta doença e dos locais urbanos e silvestres que têm maior incidência no Brasil podem ser obtidas acessando o portal eletrônico da ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Acessando também o site que pertence a Livraria da Travessa você encontra livros que explicam de forma mais clara este ou outros temas.

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